A pesquisa Fiserv Insights 2026 – Panorama do Varejo, realizada em parceria com a Opinion Box, revela um dado que acende um alerta para o comércio brasileiro: 75% dos consumidores já desistiram de uma compra porque o estabelecimento não aceitava seu meio de pagamento preferido.
Em um cenário de concorrência intensa e consumidores mais exigentes, cada meio de pagamento não aceito pode representar uma venda perdida.
Quando a forma de pagamento define a conversão
O estudo mostra que os consumidores escolhem como pagar principalmente por dois fatores: segurança (24%) e possibilidade de parcelamento sem juros (21%). Benefícios exclusivos, como descontos via Pix ou promoções atreladas ao cartão, também influenciam diretamente na decisão (17%).
Ao mesmo tempo, a confiança nos meios tradicionais permanece alta:
- Cartão de crédito: 83% consideram seguro e confiável
- Pix: 74%
- Cartão de débito: 72%
Isso explica por que os meios mais citados como “não aceitos” — e que geram abandono — são justamente cartão de crédito (55%) e Pix (26%).
Ou seja, quando o varejista não acompanha as preferências do consumidor, o impacto aparece diretamente na conversão.
Aceitação ampla não é custo, é estratégia de crescimento
Muitos estabelecimentos ainda deixam de aceitar determinados meios de pagamento por receio de taxas da maquininha ou complexidade operacional. No entanto, a própria pesquisa mostra que a ausência de opções gera um efeito mais imediato: perda de receita.
Se 75% dos consumidores já abandonaram uma compra por não encontrarem seu meio preferido, a equação é clara: ampliar a aceitação aumenta as chances de venda.
Cada meio incorporado ao portfólio amplia o alcance do negócio, reduz fricção no checkout e cria um ambiente mais conveniente para o cliente decidir pela compra.
Cartão e Pix: protagonistas da preferência nacional
O cartão de crédito lidera como meio mais utilizado no país, com 56% de preferência, seguido pelo Pix via chave (51%) e Pix via QR Code (35%). O cartão de débito aparece com 34%.
Esse protagonismo mostra que a estratégia de aceitação precisa refletir o comportamento real do consumidor. Ignorar esses meios significa limitar o potencial de conversão.
Além disso, o parcelamento continua sendo um fator determinante. A possibilidade de dividir o pagamento sem juros não apenas facilita a decisão, como também pode impactar o ticket médio.
Experiência de pagamento também é experiência de marca
A jornada de compra já é híbrida. A pesquisa aponta que 29% dos consumidores combinam físico e digital em sua experiência de compra, enquanto 54% preferem online e 17% ainda optam exclusivamente pelo ambiente físico.
Independentemente do canal, o momento do pagamento precisa ser fluido. Fricção nessa etapa pode anular todo o esforço feito em preço, atendimento e marketing.
Garantir múltiplas opções de pagamento não é apenas uma questão operacional. É parte da estratégia de crescimento e posicionamento do negócio.
A pesquisa completa pode ser acessada na página oficial da Fiserv Insights 2026.
Como a Bin ajuda seu negócio a não perder vendas
Ampliar os meios de pagamento é uma estratégia direta de aumento de conversão. Com as máquinas Bin, o varejista aceita cartão de crédito, débito, mais de 40 bandeiras, Pix e carteiras digitais em um único sistema, reduzindo fricções no checkout e garantindo que o cliente pague da forma que preferir.
A Bin também permite receber Pix 24 horas por dia com QR Code na maquininha, com processamento seguro, antifraude, rastreabilidade das transações e relatórios completos no Portal Bin e no App Bin Gestão. Isso traz mais controle financeiro e menos dependência de dinheiro físico no caixa.
Para operações que exigem mobilidade, o Bin Tap transforma celular ou tablet em maquininha, permitindo pagamentos por aproximação, carteiras digitais e Pix. Mais flexibilidade na cobrança significa mais oportunidades de venda.
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